"O sertanejo que inspirou a logomarca StoryKnight."
João Diogo, o Mago do Sertão (Cavaleiro da História), 1999, Fazenda Pinhão, Quixeramobim/CE.
"O sertanejo que inspirou a logomarca StoryKnight."
João Diogo, o Mago do Sertão (Cavaleiro da História), 1999, Fazenda Pinhão, Quixeramobim/CE.
O nordestino que atravessou paisagens levando narrativas.
O nome surge da homenagem ao avô de Daniell Abrew, o Seu João Diogo, o Cavaleiro da História, um contador de histórias tipicamente brasileiro, que carregava consigo uma tradição oral marcante na cultura popular do nordeste brasileiro. O “Knight” (cavaleiro) é a tradução simbólica do “cavaleiro nordestino”, guardião da memória e da narrativa popular.
“StoryKnight” é entendido como “Cavaleiro da História”, título que ecoa a tradição dos cordelistas, repentistas e contadores de histórias que viajam de cidade em cidade no interior do Brasil. O nome de origem indo-europeia germânica funciona como uma ponte internacional, mas o conteúdo é enraizado na cultura nacional. A cultura brasileira é marcada pela mistura (indígena, africana, europeia), e o uso de um nome "forasteiro", com inspiração direta em uma figura brasileira (Seu João), reflete justamente essa capacidade de síntese que o Brasil tem de se comunicar com o mundo sem perder sua essência local. O cavaleiro brasileiro, seja o vaqueiro sertanejo, o tropeiro ou o andarilho, sempre foi guardião de histórias. O nome StoryKnight evoca essa imagem: o cavaleiro que atravessa paisagens levando narrativas, assim como o Cinema Brasileiro atravessa tempos e fronteiras. A escolha por outra língua não é uma perda da identidade, mas uma estratégia de internacionalização da brasilidade. O nome pode soar global, mas o que se conta e se mostra através da produtora são histórias brasileiras, com sotaque, ritmo, cores e temas do Brasil.
Cena do filme "Na Mão do Palhaço", 2023, estúdios da Ogunté Arte Cultural Produções, Ibiapina/CE.
Pré-estreia do longa-metragem "Na Mão do Palhaço", 13/07/2024, Praça do Sítio Taquaratis, Ibiapina/CE.
Conheça a StoryKnight, nossa essência, nossa atuação e o que nos move a contar histórias.
"A StoryKnight nasce de uma paixão precoce pelo cinema."
Em 1989, aos 7 anos de idade, o cineasta Daniell Abrew realizou seu primeiro curta-metragem, “Masque-Maque, O Vingador da Noite”, utilizando uma filmadora Panasonic OmniMovie VHS emprestada de Maurício Belucco, amigo de seu pai. Ao lado do primo R. B. Diogo, deu início ao coletivo PF – Praia do Futuro Produções, que, entre 1989 e 1995, realizou 32 produções entre curtas e médias (ficções e animações em stop motion). O grupo contava com a colaboração de irmãos, primos e amigos de infância como Davi Abreu, Igor Diogo, Tiago Diogo, Thyrci Espanhol, Márcio Rios, Danilo e Camila Belucco, João Guilherme Studart, Tainan Martins, João Luis Soares, Ian e Nuria Sutter, Carolina Martins, Pedro Lucas Lomonaco, entre outros.
Em 1995, Abrew conhece Walman Filho e, no ano seguinte, a PF passa a se chamar Diogo Filmes. As produções ganham novo fôlego na Fazenda Pinhão, em Quixeramobim, propriedade de seu avô João Diogo. Nesse período, 27 obras, entre médias e longas, foram realizadas com a participação de novos colaboradores, como Cinara Vidal, Leonardo Santos, Gutemberg Ribeiro, Franklin Melo, Karlla Barros, Gilliard de Sá, Doralice Torres, Kércia Cristina, Kaline Fernandes, Martoni Sá e Ravi Ramier.
O ano de 2005 marca uma nova etapa: ao lado do cineasta JonasLuis da Silva, de Icapuí, Abrew funda o coletivo Vide Cine, associado à JLS Comunicação e Editora LTDA. Nesse momento, a experiência da PF e da Diogo Filmes se soma ao novo grupo, que passa a desenvolver longas-metragens no interior do Ceará, como “Centopeia”, “Onde Nascem os Bravos” e “Sedição de Juazeiro: A Guerra de 1914”. Também nasceram a primeira temporada do seriado internacional “Paideia” e o programa televisivo “Vide Cine”, exibido no Canal Universitário de Fortaleza e também idealizado por Camile Queiroz. Integraram o coletivo nomes como Camilo Vidal, Jeanne Feijão, J. Melo, Márcio Santos, Egídio Vieira, Rômulo Lima, Marcos Pinheiro, Chiquinho Costa e Célio Gomes.
Com o crescimento das produções e a necessidade de estruturação empresarial, em 2013 Daniell Abrew transforma o coletivo em uma produtora formal. No ano seguinte, em 20 de janeiro de 2014, ao lado de Diego Augusto, R. B. Diogo, Camilo Vidal e Karine Ogunté, é fundada a StoryKnight Audiovisual Entertainment Enterprise LTDA.
Desde então, a SK consolidou-se como uma produtora cearense com um portfólio que ultrapassa 70 produções audiovisuais, realizadas em mais de 60 municípios do interior do Ceará. Mais do que obras cinematográficas, cada projeto é também uma ação de inclusão social, aproximando comunidades menos assistidas do processo criativo e da força transformadora do Cinema.
Hoje, a empresa mantém viva sua vocação original: unir memória, identidade e inovação, projetando o Cinema Cearense para o Brasil e o mundo, sem perder o compromisso com suas raízes e com o protagonismo das comunidades locais.
Bastidores do longa-metragem "Iracema", 2021, Sítio dos Fráteres, Ibiapina/CE.
Uma trajetória construída por filmes, desafios, conquistas e paixão pelo audiovisual.
Daniell Abrew
Cineasta, ator, roteirista e produtor com mais de três décadas de atuação no audiovisual. Natural de Fortaleza, iniciou sua trajetória aos 7 anos de idade em Quixeramobim e hoje é Diretor Executivo da StoryKnight Audiovisual Entertainment Enterprise. Realizador de 44 curtas e 21 longas-metragens, entre eles "Centopeia", o primeiro sci-fi produzido no Ceará, a minissérie "Sedição de Juazeiro: A Guerra de 1914" e a "Trilogia do Silêncio". Suas obras circularam em festivais nacionais e internacionais, com prêmios na Inglaterra, EUA, Rússia, México e Brasil, e se destacam pela proposta de transformar o Cinema em ferramenta de inclusão social, promovendo produções em comunidades do interior do Ceará. Além do Cinema, realizou mais de 200 quadros para TV, a série internacional "Paideia" (45 episódios) e projetos educativos distribuídos em países de língua portuguesa. Doutor Honoris Causa pela ACA - Academia Cearense de Artes, Daniell estudou Cinema e Broadcast Media nos Estados Unidos e Comunicação Social (Rádio & TV), História e Filosofia no Brasil. Sua missão é transformar histórias locais em narrativas universais, conectando a riqueza cultural nordestina a públicos globais.
Karine Ogunté
Atriz, roteirista, diretora de arte e produtora executiva em mais de 15 anos de experiência na área cultural, atuando em Música, Teatro, Cinema e projetos socioeducativos em 23 municípios do Ceará. Iniciou no ponto de cultura do seu bairro aos 16 anos e desde então tem desenvolvido festivais, mostras, itinerâncias e produções audiovisuais cearenses. Como artista, iniciou sua carreira nos palcos em 2013, trabalhando em processos colaborativos, performances, direção e pesquisa cênica. Foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Cinema de Pinhais com o longa "Como Vivem os Bravos", no qual também atuou como produtora executiva. Assina ainda a produção executiva de cerca de cinco obras, incluindo a "Trilogia do Silêncio", no gênero nordestern, onde também escreve sobre preparação de elenco. É sócia-participativa da StoryKnight Audiovisual Entertainment Enterprise, CEO da Ogunté Arte Cultural Produções, fundadora do CINE IBIAPINA - Festival de Cinema da Serra da Ibiapaba e do PALMACINE - Festival de Cinema de Palmácia. Licenciada em Teatro, com formação em Gestão Cultural, dedica-se à escrita acadêmica, roteiros experimentais, contos e adaptações teatrais, além de ter dirigido e atuado em diversas peças, monólogos e performances. Seu documentário "Amor Encarcerado" e o curta "Se Vira", selecionados em Festivais de Cinema, marcaram seu início no audiovisual.
Daniell Abrew e Karine Ogunté na pré-estreia do longa-metragem "Na Mão do Palhaço".